Quem trabalha com planejamento de obras sabe que dados topográficos são a base de tudo. Projeto de terraplenagem, cálculo de volume, controle de progresso, nada disso funciona bem sem um levantamento preciso do terreno. Por muito tempo, esse trabalho dependia de equipes em campo, equipamentos pesados e dias de coleta. Hoje, um drone faz isso em horas.
O levantamento aerofotogramétrico com VANTs virou uma das ferramentas mais úteis da engenharia moderna, não pela novidade, mas pelo que entrega de concreto.
A topografia convencional ainda tem seu espaço, mas envolve tempo, custo e risco — especialmente em terrenos irregulares ou de difícil acesso. O drone equipado com câmera de alta resolução e GPS voa sobre a área, coleta imagens georreferenciadas e permite gerar, com o processamento adequado, mapas, ortofotos e modelos 3D com precisão centimétrica. A coleta que levaria dias agora leva horas.
Além das imagens, o processamento do levantamento gera dois produtos muito úteis: o Modelo Digital de Terreno (MDT) e a nuvem de pontos densa. O MDT mostra a superfície do terreno sem a vegetação, útil para projetos de infraestrutura. Já a nuvem de pontos é uma representação tridimensional detalhada de tudo que existe no local, usada para simulações e análises mais aprofundadas.
A Geplan incorporou o levantamento aerofotogramétrico nos seus serviços porque a prática mostrou que a qualidade do dado impacta diretamente a qualidade do projeto. Mapeamento inicial de terrenos, acompanhamento de obra em campo e inspeções técnicas são algumas das aplicações que já fazem parte da nossa metodologia.
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